Ah, mas que orgulho da nação do futebol, do carnaval, do deixa disso.
Compromisso pra quê? Entre um comício e outro a gente decide, dá um jeito.
No plebiscito a gente vota a favor do calhorda que melhor representar nosso suingue.
Enfim o brasileiro se sente capaz, poderoso. Propositalmente coroou um palhaço, fazendo jus ao adjetivo “abestados”.
Quantas outras vezes foram desta forma? Na preguiça de pensar e fazer, tomou-se a decisão sob um pretexto de protesto que nada mais é que um comodismo mascarado.
Já disse antes, é mais fácil viver na lama que assumir sua parte e fazer o que for preciso para mudar.
Não adianta falar de educação para quem não quer ler, não adianta propor um avanço que só será possível com a colaboração de todos. O negócio é esperar que caia do céu alguma esmola, e assim a gente “vai indo”.
A cada dia que passa, vestimos ainda mais a carapuça do ridículo. Essa turma que resolve tudo no auê, na folia, no boteco, na cachaça. Coisa mais linda mais cheia de graça, hoje a gente abraça amanhã a gente xinga.
Só não vou sair de casa porque o tempo tá nublado.
04
out
10
falou tudooo! sem palavras sobre, apenas que só com fortça de vontade podemos mudar alguam coisinha nesse mundo.