A disfunção mental, assim como a erétil, tem como sintomas principais a incapacidade da mente de se manter ereta tempo suficiente para uma penetração e a falta de ejaculação.
Penetração mental trata-se da envergadura do indivíduo ao se comunicar com mentes alheias, tanto do sexo oposto quanto do análogo.
A ejaculação mental caracteriza-se pelo ápice do prazer alcançado em situações diversas e sua incapacidade deve-se tanto a fatores orgânicos como psicológicos. Do contrário do que a maioria dos indivíduos que possuem disfunção mental pensa, ela pode ser causada principalmente por fatores psicológicos.
Há muitos casos em que o portador dessa disfunção não assume ou não considera a hipótese de possuí-la, o que pode acarretar em uma agravação do problema.
Disfunção mental tem cura em grande parte das ocorrências, e o tratamento pode ser feito com sessões em psicólogos (em casos superficiais) ou até a base de psiquiatria e medicamentos (em casos agravados).
Do contrário da disfunção erétil, a disfunção mental é transmissível, uma vez que os indivíduos se comunicam através da mente e podem transmitir e manipular mensagens.
Além deste fator biológico, nota-se ainda que portadores da disfunção mental tendem a encontrar dificuldades sociais em relacionamentos afetivos (amigos, namorados, parentes) e podem ter problemas até na carreira.
Os disfuntos mentais têm como curiosa característica a facilidade de se relacionar entre si, uma vez que pertencem ao mesmo nível racional. Quando em bando, tais enfermos tendem a procriar a espécie, e essa função é empenhada tanto pelo macho quanto pela fêmea do grupo. Alguns deles possuem características parasitas e transmitem o vírus através de um verme hospedeiro.
Por estes sintomas, a disfunção mental é considera mais nociva que a erétil, apesar de ser pouco divulgada hoje em dia.
O grupo de risco desta anomalia não difere classe social, racial, escolaridade, sexo e nem faixa etária: os indivíduos mais aptos a adquirirem a enfermidade são os menos racionais.
O papel do indivíduo mentalmente ativo é a precaução ao ter relações mentais com portadores da doença. Estudos comprovam que quanto maior a racionalidade do indivíduo, menos provável é a possibilidade de ocorrer uma relação com um disfunto e menor ainda são as chances de ser hóspede do parasita, mas isso não exclui a possibilidade de adquirir o vírus.
Portanto, disfunção mental é um assunto sério que exige cuidado
Disfunção mental tem cura e prevenção.
Fique atento, não seja um broxa!
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